Sonho Meu

Novembro 09 2004
Contigo aprendi o valor da amizade
Por ti descobri o valor do amor!
Disseste que Amizade era dar amor,
E que amor era dar a Vida!

Hoje és tu que me perguntas!
E eu do mesmo modo te digo,
Amizade, é importante para todos,
Mas o Amor só um vai conquistar!

Dizes que não e fácil!
Mas também ninguém disse que o era!
Digo apenas : Não vejas o que olhas!
Mas observa o que vês!

Contudo, digo te : Não escutes tudo o que ouves
Mas sim, dá atenção a quem te acarinha!
Pois quem te acarinha te Ama
E quem tu ouves apenas te conhece!
publicado por Bruno Rodrigues às 02:33

Novembro 09 2004



Segues para Norte,
Segues para Sul,
Segues o teu caminho,
Sempre envolto em espuma!

Tu és dono e Senhor!
Só tu tiras!
Só tu dás!
As nossas amadas vidas!

Milhões são os barcos que por ti navegam!
Milhões são os pescadores, que de ti falam,
Milhões de milhões são histórias de tribulações
Mas todos te anseiam para próprio sustento!

És belo, e glorioso!
Quando bravias sobre as ondas, o nosso pão!
És cruel e maldoso!
Quando as pobres vidas roubas, deixando-os sem pão!

publicado por Bruno Rodrigues às 02:32

Novembro 09 2004



O mar te trás,
O mar te leva,
O mar te sustenta,
O mar te compreende!

Ó pobre pescador, que por esses mares navegas!

No barco, navegas
No barco, pescas
No barco, o teu pão ganhas,
Só o barco, te entende!

Ó pobre pescador, que por esses mares navegas!

A tua fé, te guarda
A tua fé, te glorifica
A tua fé, te alenta
A tua fé, te salva!

Ó pobre pescador, que por esses mares navegas!

Nas redes, deixas as tuas mágoas
Nas redes, deixas as tuas alegrias
Nas redes, depositas a tua esperança
Nas redes, entregas a tua vida!

Ó pobre pescador, que por esses mares navegas!

Ó pescador, que vida a tua!
Levantas-te ao nosso deitar
E deitas te ao nosso levantar!
Ó pescador do mar!


publicado por Bruno Rodrigues às 02:27

Novembro 09 2004


Vens a seguir ao Verão,
Contigo chegam as castanhas folhas,
Chega o velho que a tarde passeia o cão,
Na abundância de robalos e solhas!

Ao assar das castanhas,
Pela estrada caminho,
Jogando as cartas com manhas!
Ao desfrutar do verão de S. Martinho!

Quando chegas, trazes o vento,
Que com as folhas fazem festival,
Actuando forte e lento
Crias sempre um vendaval!

Situas te entre o Verão e o Natal,
Situas te entre a praia e Jesus!
Nestes dias de temporal!
Contemplamos os discípulos de Emaús!
publicado por Bruno Rodrigues às 02:22

Novembro 05 2004
Foste embora naquela estrada,
Deixaste me sozinho e triste,
Jamais serei a pessoa amada
Que um dia sentiste!

Seja amizade ou seja Amor,
Eu te disse um dia,
Que até morrer te amaria sem dor,
Mas eu por ti, apenas sofria!

Hoje estou na solidão,
Hoje estou sozinho,
Tenho os meus amigos que me deram a mão,
Mas sinto a falta de carinho!

Por vezes sinto me abandonado,
Outras sinto me agitado!
O que me torna tantas vezes assombrado,
Pois preciso de ser amado!
publicado por Bruno Rodrigues às 13:59

Novembro 05 2004
Amiga, apareceste do nada!
Do nada surgiste na minha vida!
Da vida surgiste com simpatia!
Da simpatia surgiste amável!
Amável tornaste te em carinhosa!
Esse carinho depressa se tornou em preocupação!
Preocupação essa me transmitiu segurança!
Segurança que me permite ver a vida!
Vida esta que poucas vezes me sorriu!
Mas com o teu sorriso, a torna mais clara e radiosa!
Radiosa surgiste, como sol
Sol esse que nos ilumina o nosso caminho!
Caminho esse duro, mas importante!
Tão importante como amizade!
Amizade bela e linda!
Como belo e lindo são os teus lábios!
Lábios esses que se parecem com as ondas do mar!
Ondas essas que fazem brotar os teus cabelos!
Cabelos esses que te dão essa beleza!
Contudo não é beleza física que eu gosto em ti!
Em ti gosto essencialmente da tua maturidade!
Maturidade que te dá essa beleza interior,
Beleza interior que te torna simpática!
Simpatia essa que arrasta toada a sinceridade que tens!
Sinceridade que te torna amável!
Amabilidade que já me conquistou!
Conquista essa que nunca é fácil!
Facilidade essa, que a vida esconde!
Esconde e encobre!
Encobre o sol como o nevoeiro!
Nevoeiro esse que dá, esperança!
Esperança de um dia entrar no céu!
Céu esse onde estás!
Onde estas concretamente não sei
Sei que onde dia lá chegarei
Chegarei de certo
Certo e que perguntarei
“ Onde está esta Amiga, que apareceu no meu caminho?”


publicado por Bruno Rodrigues às 13:53

Novembro 05 2004

A minha vida parece o mar,
Ora calma, Ora agitada,
Por vezes penso que não sei amar,
Outras vezes penso que nunca serei uma pessoa amada!


Sigo em frente em ti reflicto,
Sigo para os lados em ti penso,
Sigo para trás vejo te como o meu mito,
Só tu me tiras todo o meu senso.


Estás longe, muito longe,
Não sei o que fazes sem mim,
Aqui sou o teu monge

Saberás que sempre te amarei, sim
Saberás que és o meu mundo,
Em todo o meu fundo.
publicado por Bruno Rodrigues às 13:52

Novembro 05 2004
No dia em que te vi,
No dia em que te conheci,
No dia em que te vivi,
No dia em que parti,
No dia em que por ti quase morri,
No dia em que me esqueci,
No dia em que para ti jamais escrevi!
No dia em que te reconheci,
Que jamais te pertenci!


publicado por Bruno Rodrigues às 13:51

Novembro 05 2004
Na brisa de olhar,
Sobre esse campo de flores,
Tu me ensinaste a amar,
E hoje em tudo só vejo amores!

Naquela tarde que contigo estive,
Foi de sempre a melhor tarde,
Mas eu não me contive,
E disse-te que o meu amor por ti a muito que arde!

Sempre te disse que eras especial,
Sempre te disse que te amava,
Sei que para ti eu não era banal

Sabes também que contigo caminhava,
Para longe, para perto
Mas nunca para um destino certo!
publicado por Bruno Rodrigues às 13:50

Novembro 05 2004
Figueira linda, Figueira minha!
Tens a serra, tens o mar!
Tens tudo o que eu não tinha!
Figueira minha, Quero te amar!

O mar te dá beleza,
A praia te dá encanto,
Com sardinhas sobre a mesa,
Na figueira sobre este canto!

As pessoas que em ti vivem,
Dão te vida! Dão te amor!
A esta gente que vai e vem!
Numa demonstração de calor!

Figueira contigo,
Eu acordo, eu adormeço,
Por isso me denomino como teu amigo,
Mas não sei se o mereço!

Figueira tu dás-nos a sardinha,
Nós damos-te este calor dos humanos!
Tu só és nossa, Nossa não, és só minha!
Que já é um mito em todos os teus manos!

Com a tua noite, eu me encanto!
Pois ela é magica e encantadora,
Quando a pões em nosso manto,
Quando te surges como tentadora!

Figueira eu te adoro!
Figueira tua és minha!
Figueira eu em ti moro!
Nesta demonstração que para ti caminha!


publicado por Bruno Rodrigues às 13:49

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