Sonho Meu

Novembro 30 2004
Não me amas?
Não és minha amiga?
Sou indiferente para ti?
Não! Isso não quero ser!

Quero que me ames!
Se não conseguires!
Então odeia-me!
Amo saber, que me odeias!

A indiferença,
Não! Não Suporto!
Pois isso significaria,
Que já me tinhas esquecido!

Abre os teus olhos,
Abre o teu coração,
Pois ele só dirá!
Que eu de verdade te amo!

Sei que te posso ter!
Quero-te um dia acarinhar,
Para que tu me possas amar!

O ódio é amor!
Um amor diferente!
Mas jamis amor será ódio!

Odeia-me com todas as tuas forças!
Odeia-me para sempre!
Pois tu odiando-me !
Estarás a amar-me!

Óh como eu gosto de ti,
Será justo?
Quem sou eu,
Para te ter a ti!

Gosto mais de ti,
Do que de mim!
E tu?
Que vais fazer?






O amor perguntou ao odio: pk me odeias tanto o odio resp. pk um dia te amei demais!
publicado por Bruno Rodrigues às 23:10

Novembro 30 2004
Ensinaram-me que um minuto,
São sessenta segundos!
Ensinaram-me que uma hora,
São sessenta minutos!
Mas jamais alguém me conseguirá ensinar,
Que um segundo sem ti!
É uma verdadeira eternidade!

Hoje podemos ser amigos!
Lá isso somos muitos!
Basta dizer que segredos entre nós não existem,
Contudo, amanhã não sei o que serás!
Hoje apenas te quero!
Nem que seja um segundo!
Pois para mim sendo,
Um segundo uma eternidade,
Então serás minha para sempre!

Ou talvez não!
Não serei jamais digno de te ter comigo!
Tu és a minha felicidade!
Só tu poderás aquecer a minha vida!
Como a lã extraida dum rebanho de ovelhas!
Obrigado minha querida amiga!



publicado por Bruno Rodrigues às 22:58

Novembro 30 2004


Tu tens o mar,
Tu tens as árvores, o ar e a chuva!
Podes ser bela e ternurenta,
Quando o sol brilha,
Quando o céu azul fica,
E todos nós passeamos,
Á tua vontade!
Podes ser também escura e cruel,
Para isso apresentas-te,
Com relâmpagos e trovoadas,
Tornas assim o mundo,
Cinzento e solitário!
Fazendo com que todos nós,
Apodreça em casa,
Evocando assim a amiga solidão!

Óh mãe natureza!
Dá-nos o bom!
Dá-nos o mau!
Contra ti, nunca niguém
Vencerá jamais!
No bom ofereces,
O que precisamos,
Ar, água, Sol, Mar ....
No mau´ofereces,
Ciclones, tempestades, ...
Matando tanta gente inocente!

És a mãe das cores!
És a mãe do belo!
És a mãe dos prados!
És a mãe dos oceanos!
És a mãe das tempestades!
És a mãe das tardes de trovoada!
És a nossa mãe!
És a minha mãe!

publicado por Bruno Rodrigues às 22:48

Novembro 29 2004



Um dia triste,
Um dia alegre,
Um dia romântica,
Um dia amarga!

Sim! Mulher eu te comparo á Natureza!


Um dia triste!
Como o vento solitário,
Que por vezes sopra,
Da minha casa,
Á tua casa!
Tentando chamar á atenção,
Que ele existe,
Assim como tu bela mulher!

Sim! Mulher eu te comparo á Natureza!

Um dia alegre!
Como o sol,
Que brilha lá no céu,
Como tu,
Mulher da minha vida!
Brilhas para sempre no meu coração!
E quando não veres esse brilho,
Lembra-te, que nem sempre o sol brilha!
Mas ele existe pa sempre!

Um dia romântica!
Como o luar da lua!
Que eu anseio ver,
Junto de ti, minha Amiga!
Tão mágico o teu luar é!
Que deixas em mim,
Como eu fico diferente,
Quando estou contigo, minha miúda!

Sim! Mulher eu te comparo á Natureza!

Noutros dias amarga!
Como a chuva que caí,
Ao som do vento,
Assim tu és!
Mas eu não me importo!
Óh meu amor!
Tu és para mim,
Toda a minha vida!

Sim! Mulher eu te comparo á Natureza!
publicado por Bruno Rodrigues às 14:10

Novembro 29 2004



Hoje acordei e desejei, contigo o dia passar!
Hoje acordei e desejei, contigo o dia todo falar!
Hoje acordei e desejei, contigo o dia todo rir!
Hoje acordei e desejei, contigo a todo lado ir!
Hoje acordei e desejei, contigo o dia inteiro sonhar!
Hoje acordei e desejei, contigo o dia inteiro passear!
Hoje acordei e desejei, contigo estar!
Hoje acordei e desejei, que estivesses comigo!
Hoje acordei e desejei, Amar-te e não parar!
Hoje acordei e desejei, que me amasses até ao fim dos meus dias!
publicado por Bruno Rodrigues às 13:50

Novembro 27 2004
De uma forma permatura!
Apareceste na minha vida,
Numa hora apetecida,
Numa hora de ternura!

Num certo momento,
Ensinaste me a Amar!
Em outros ensinaste-me a sonhar!
Mudando assim o meu penssamento!

Eu não sei o que mudei em ti,
Sei que o meu sentimento,
É um verdadeiro monumento,
Como nos livros de fantasia que li!

Mas uma coisa eu sei,
É que por ti nutro um sentimento especial!
Que poderá ser fatal,
No dia que por ti morrerei!
publicado por Bruno Rodrigues às 23:38

Novembro 27 2004
Ao passar a ponte,
Olhei em frente,
E de repente,
Passaste por mim em pensamento!

Olhei para a esquerda,
E o rio vi,
A imensidão da água,
Entoava o teu sorriso!

Olhei para a direita,
E vi a água do rio,
Como a imensidão espalhava,
O teu rosto tremulo e triste!

Por que tavas triste?
Porque te fazias contente junto de mim?
Tantos porquês?
Que eu não sabia responder!

As lagrimas tiram a vontade de amar!
E sem amor não saberás sonhar!
E para viver necessitas de amar!
Pois sem Amor a vida jamais fará sentido!

Ter saudades tuas,
E tu estares assim triste!
É como ter sede,
E não ter água!

Estarás sempre no meu coração!
Em jeito de canção!
publicado por Bruno Rodrigues às 23:09

Novembro 27 2004
Longe a Saudade aperta!
Longe a Saudade aumenta,
Mas o facto de estar longe,
Saberá muito melhor,
No momento em que voltarei a estar contigo!

Cada minuto,
Cada hora,
Cada dia,
Cada noite,
Cada olhar no horizonte,
Cada brilho do sol!
Faz me lembrar que estou longe,
Sentindo a falta da tua presença!

Mas mesmo longe,
Jamais me esqueço,
Que tu existes!
Que tu és o mundo!
O tempo voa,
Quando estou contigo!
O tempo pára,
Quando estás longe!

Volta para mim!
Volta coração!
Desaparece solidão!
publicado por Bruno Rodrigues às 22:20

Novembro 20 2004



O que é isto o que sinto?
Será amar?
Será amor por ti?
Esta amizade verdadeira!
Será amor o teu olhar?
O que será este amar?
Será amor o teu sabor?
Será amor o teu sentimento?
Será que este sentimento,
Não se vai com o vento?
Será persistente?
Será amor esta ansiedade?
Será de mim?
Será de quê?
O que é este sentimento?
Será amor?
publicado por Bruno Rodrigues às 01:36

Novembro 18 2004



Quando de ti me separei!
Para ti eu morri!
Morri para fugir,
E jamais voltarei!

A nossa vida,
É como um livro!
Como um amor bandido,
Nesta vida sofrida!

Meus olhos se fecharam!
Minha boca te beijava!
Nada em mim sossegava,
Quando meus olhos por ti sufocavam!

Eu morri!
Mas jamais penses que me matei por ti!
Matei-me por que eu!
Não sabia viver sem ti …
publicado por Bruno Rodrigues às 22:08

" O diário de uma Vida! "
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